Pequenas paternidades
Dezembro 10, 2008
Ser pai é maravilhoso para mim, eu digo que é espetacularmente trivial. Trivial porque somos 6 bilhões de humanos. Espetacular porque é minha filha. Para quem curte, é o máximo. Vejamos dois exemplos:
Há algumas semanas eu estava caminhando pela rua em que moro quando vi um pai sair com seu filho do Habib´s, o menindo devia ter uns 5 ou 6 anos e estava carregando um boneco do Pica-Pau. Eles pareciam ser pobres e o menino estava muito, muito feliz, quase chorando de felicidade. O pai mal cabia em si de contentamento por ter conseguido dar o presente que o filho queria.
Duas semanas depois eu estava procurando desesperadamente o chocolatinho preferido de minha filha, Alice, o “tri-gostoso”. Sem açúcar e sem gordura, mas ela adora e todo dia perguntava por ele. Mobilizei o gerente da loja “mundo verde” onde compro, procuraram por outras lojas do Rio e finalmente chegou, após uma semana de espera. Quando eu peguei os benditos chocolatinhos, eu quase chorei de alegria imaginando a alegria da minha filha. De noite, quando a trouxe da creche, eu dei alguns tri-gostosos para Alice que pulou de alegria. Por fora, eu sorria, por dentro, desciam dos meus olhos cascatas de alegria.
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